12 filmes para assistir no Dia dos Namorados

Todo ano no Dia dos Namorados, comemorado no Brasil em 12 de junho, é comum virar listinhas de músicas para ouvir a dois, filmes para assistir a dois, lugares para ir e por aí vai. Virou clichê, mas eu não ia ficar de fora, pois sempre que puder indicar alguma coisa legal, o farei… Então toma 12 filmes bacanas, (sem ordem de preferência, com exceção dos dois primeiros, que são para estar ali mesmo!) que vale muito a pena assistir a dois, a três, em turma…. Vale assistir porque são filmes legais!

Bora lá!

12 – Diga o que quiserem (Say Anything, 1989)

Clássico da Sessão da Tarde nos anos 1990, Diga o que quiserem é daquelas comédias românticas que encantam e marcam uma época. A trama narra o romance entre Lloyd Dobler (John Cusack) e Diane Court (Ione Skye) imediatamente após eles se formarem no ensino médio. Em 2002, a Entertainment Weekly classificou Say Anything como o melhor filme moderno de romance, e o filme ficou em número 11 na lista dos 50 melhores filmes de ensino médio, também da Entertainment Weekly.

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11 – Grandes Esperanças (Great Expectations, 1998) 

Dirigido por Alfonso Cuarón, com roteiro baseado na obra de Charles Dickens, Grandes Esperanças conta a história de um jovem artista apaixonado desde os 7 anos por uma vizinha rica, que se tornara uma bela mulher, e que é extremamente fria para com ele. O filme é a modernização do clássico de Charles Dickens sobre o órfão Bell e seu amor pela bela e fria Estella, criada por sua vó uma mulher cruel que busca vingança contra os homens por ter sido abandonada à beira do altar, e o misterioso benfeitor que muda o destino do rapaz.

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10 – Romeu e Julieta (Romeo and Julieta, 1969)

Dirigido por Franco Zeffirelli, com roteiro baseado na obra-prima teatral Romeu e Julieta, de William Shakespeare. Foi filmado inteiramente na Itália, em diversas locações. É um clássico, e não preciso dizer mais nada.

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9 – Ghost: Do Outro Lado da Vida (Ghost, 1990)

Quem aqui já passou dos 30 e ainda não assistiu Ghost, não sabe o que está perdendo. Drama, romance e humor nas medidas certas, o filme foi um arrasa-quarteirão nos anos 1990 e campeão de locações nas locadoras quando saiu em VHS. Dirigido por Jerry Zucker e com roteiro de Bruce Joel Rubin.

O filme foi indicado a cinco Oscars, incluindo Melhor Filme, Melhor Trilha Sonora e Melhor Montagem, ganhou os prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante para Whoopi Goldberg e Melhor Roteiro Original.pitadas do sal

 

8 – Harry & Sally: Feitos um para o Outro (When Harry Met Sally…, 1989)

Esse eu assisti na Sessão da Tarde e sempre que reprisava estava eu sentado em frente a TV. A cena no fast-food em que uma senhora pede o mesmo que a Sally é memorável.

Estrelado por Billy Crystal como Harry e Meg Ryan como Sally. A história segue os personagens a partir do momento que viajam juntos de Chicago até Nova Iorque e passam a se encontrar esporadicamente por 12 anos ou mais de encontros casuais em Nova Iorque. O filme levanta a questão “Os homens e as mulheres podem apenas ser amigos?” e avança muitas idéias sobre as relações que se tornaram conceitos domésticos e a “pessoa de transição”.

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7 – O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le fabuleux destin d’Amélie Poulain, 2001)

Um dos meus preferidos aqui da lista. Esse filme é lindo, é fofo, é engraçado, é bem colorido, é louquinho e apaixonante. Ah, ainda por cima conta com uma trilha sonora maravilhosa.

Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.

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6 – Melhor é Impossível (As Good as It Gets, 1997)

Vi no cinema e valeu cada centavo do valor do ingresso. No elenco temos Jack Nicholson como um romancista obsessivo-compulsivo misantropoHelen Hunt como uma mãe solteira com um filho asmático, e Greg Kinnear como um artista gay. O roteiro foi escrito por Mark Andrus e James L. Brooks. Nicholson e Hunt ganharam o Oscar de Melhor Ator e  Atriz.

Em Nova York um escritor grosseiro e sarcástico (Jack Nicholson) tem como alvos principais um artista gay (Greg Kinnear), seu vizinho, e uma garçonete (Helen Hunt) que o atende diariamente e se desdobra para cuidar do filho que tem asma crônica. O destino vai fazer com que eles fiquem muito mais próximos do que poderiam imaginar.

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5 – Razão e Sensibilidade (Sense and Sensibility, 1995)

O filme conta a história de Elinor e Marianne, duas irmãs em dificuldades financeiras e à procura do amor verdadeiro numa sociedade obcecada pelo status financeiro e social. Aprendendo a conviver com a realidade de ser mulher no século XIX, a reprimida e racional Elinor e a exuberante e sensível Marianne, mudam-se para o campo, onde encontram o amor de formas diferentes.

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4 – Azul é a cor mais quente (La vie d’Adèle – Chapitres 1 & 2, 2013)

O filme gira em torno de Adèle (Exarchopoulos), uma adolescente francesa que descobre amor e liberdade quando conhece uma aspirante a pintora de cabelo azul (Seydoux). O filme segue a relação de anos delas, ao longo do ensino médio de Adèle, a sua vida adulta precoce e carreira como professora de escola. Em Cannes, La vie d’Adèle ganhou por unanimidade o Palma de Ouro do júri oficial e o Prêmio FIPRESCI. É o primeiro filme a ter o Palma de Ouro concedido tanto para o diretor e as atrizes principais, com Seydoux e Exarchopoulos juntando-se a diretora Jane Campion como as únicas mulheres que já ganharam o prêmio.

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3 – Closer: Perto demais (Closer, 2004)

Amo os diálogos desse filme estrelado por Julia RobertsJude LawNatalie Portman e Clive Owen, sendo os dois últimos atores indicados ao Oscar por seus papéis no longa.

Anna (Julia Roberts) é uma fotógrafa bem sucedida que conhece e seduz Dan Woolf (Jude Law), um jornalista sem sucesso tentando lançar um livro, os dois acabam tendo um rápido envolvimento. A seguir, Anna conhece Larry Gray (Clive Owen) de uma forma um tanto inusitada, e, mais tarde, se casa com ele. Dan mantém um caso com Anna mesmo depois de seu casamento e usa a misteriosa Alice (Natalie Portman), uma stripper, como sua musa inspiradora, sem saber que Alice carrega diversos segredos ainda não revelados.

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2 – Brilho eterno de uma mente sem lembranças (Eternal Sunshine of the Spotless Mind, 2004)

Amo, amo, amo esse filme, a história, os diálogos, as interpretações, tudo! Recomendo sempre!

Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) formavam um casal que durante anos tentaram fazer com que o relacionamento desse certo. Desiludida com o fracasso, Clementine decide esquecer Joel para sempre e, para tanto, aceita se submeter a um tratamento experimental, que retira de sua memória os momentos vividos com ele. Após saber de sua atitude Joel entra em depressão, frustrado por ainda estar apaixonado por alguém que quer esquecê-lo. Decidido a superar a questão, Joel também se submete ao tratamento experimental. Porém ele acaba desistindo de tentar esquecê-la e começa a encaixar Clementine em momentos de sua memória os quais ela não participa.

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1 – Casablanca (Casablanca, 1942)

Bom, esse é simplesmente um dos meus filmes favoritos ever. Tudo nele é bom, até o fato de ser preto e branco. Casablanca já mereceu post dedicado aqui no Pitadas. Clique aqui para ler.

Dirigido por Michael Curtiz. O filme conta um drama romântico na cidade marroquina de Casablanca sob o controle do da França de Vichy. O filme é baseado na peça Everybody Comes To Rick’s(“todo mundo vem ao café de Rick”) de Murray Burnett e Joan Alison. As estrelas Humphrey Bogart no papel de Rick Blaine e Ingrid Bergman como Ilsa Lund. Vc não pode viver sem ter assistido! É lindo!

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Sal

Jornalista, blogueiro, letrista, já fui cantor em uma banda de rock, fotógrafo, fã de música, quadrinhos e cinema...

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